Coluna 1

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Picaretagem: Empresa usava poço para fraudar água de garrafões

ÁGUA VIVA: Proprietário não estava autorizado a atuar no ramo pelos órgãos competentes. Uma empresa do município de Benevides acusada de fraudar garrafões de água, utilizando um poço artesiano e vendendo-os como se contivessem água potável, foi interditada, na manhã de ontem, pela Vigilância Sanitária, com apoio dos policiais da Delegacia de Meio Ambiente (Dema). 

A operação de fechamento da empresa ocorreu após a equipe policial identificar que o estabelecimento também estava funcionando sem licença dos órgãos competentes. Uma equipe do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves também esteve no local, para fazer o levantamento das irregularidades.

A delegada Virginia Nascimento explicou que a empresa Água Viva foi interditada porque a equipe da Vigilância Sanitária descobriu que o proprietário do estabelecimento estava captando água de um poço artesiano para encher os vasilhames, que eram distribuídos tanto para Belém como para municípios do interior do Estado, como se se tratasse de água fosse mineral. 

Virgínia acrescentou que será feita uma análise do líquido fornecido aos consumidores, pelos técnicos da Vigilância Sanitária, de modo a constatar se possuía condições de consumo.
Ainda segundo as informações da delegada, a equipe confirmou a precariedade das condições nas instalações da empresa e falta de higiene.

 “Além do trabalho da Vigilância Sanitária nós solicitamos a perícia do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves para dar o laudo a respeito da captura da água que estava sendo retirada do solo de modo irregular”, acrescentou Virginia Nascimento. (O Liberal)

Nenhum comentário:

Postar um comentário