quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Petrolão:Jader Barbalho também é acusado de receber propina


Atualizado as 20h05 Além de Delcídio, esquema envolve ainda Renan Calheiros. O esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, que levou à votação entre os senadores para decidir, nesta quarta-feira (25), sobre a permanência do senador Delcídio Amaral (PT-MS), após sua prisão ser autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), tem outros agentes, entre eles um senador paraense. Jader Barbalho (PMDB-PA) e o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) também são citados por delatores como beneficiários de propinas em negócios fechados pelo o ex-diretor Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró.

A sessão começou à tarde e ficou decidido que votação sobre a manutenção da prisão do líder do governo na Casa será aberta. Foram 52 votos a favor do voto aberto, 20 pelo voto secreto e uma abstenção. Na sequência o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que a votação não pode ser fechada.

Lobista e também delator da Lava Jato, Fernando Soares afirmou que o senador Delcídio Amaral, foi um dos que indicou Nestor Cerveró para o cargo de diretor Internacional da Petrobras, o líder do Governo teria recebido US$ 1,5 milhão de propina para a contratação da refinaria de Pasadena pela Petrobras, em 2006. 


Delcídio Amaral também teria dividido propina de US$ 6 milhões referentes a contrato de afretamento do navio-sonda Vitória 10.000 pela Petrobrás, em 2006, com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-ministro de Minas e Energia no governo Lula Silas Rondeau e o senador paraense Jader Barbalho (PMDB-PA). (ORM News)

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