segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

AVALIAÇÃO: HYUNDAI HB20X 1.6 STYLE MANUAL

Versão aventureira do hatch tem direção elétrica, rodas aro 16 e distância maior do solo; confira se o modelo equipado com novo câmbio manual de seis marchas vale sua compra. Na reestilização, a Hyundai não se valeu apenas do design para diferenciar o HB20 do aventureiro HB20X. Apresentado no final de 2015, o modelo renovado não ganhou apenas barras de teto e suspensão elevada, mudanças que você já estava acostumado a ver. Avaliamos a versão de entrada do hatch aventureiro, batizada de Style, que tem preço de R$ 55.395 e é equipada com o motor 1.6 (único disponível) aliado ao câmbio manual de seis marchas, novidade que também chegou com a renovação da linha. Confira se ele vale a compra, independente de qual for seu gênero.

Impressões ao volante                                                                                                                      O motor 1.6 de 128 cv de potência e 16,5 kgfm de torque garante bom fôlego ao hatch. Embora continue com o mesmo desempenho, ele passou por algumas mudanças para reduzir o consumo de combustível. Os pistões e anéis, por exemplo, foram retrabalhados para reduzir o atrito interno. 

Vale lembrar que o HB20X não é vendido com motor 1.0. A nova transmissão manual de seis marchas também foi mais pensada para melhorar o gasto de etanol e gasolina do que para aprimorar o comportamento dinâmico do carro. Prova disso é que a sexta velocidade funciona como overdrive, uma espécie de marcha feita para rodar em altas velocidades e baixas rotações, ou seja, uma solução para rodar em estradas. 

Não se trata, portanto, de um engate extra para desenvolver torque e potência do veículo, mas para mantê-lo num desempenho linear, sem exigir um consumo elevado de combustível. De acordo com a montadora, o consumo com etanol é de 8,3 km/l na cidade e 9,8 na estrada.

 Caso o seu incômodo com HB20 fosse a suspensão, pode ficar tranquilo. As batidas secas sumiram após ajustes que incluem, por exemplo, borrachas maiores e com menor densidade nas extremidades dos amortecedores, além de molas traseiras maiores. A direção elétrica, por fim, não traz uma tremenda diferença de dirigibilidade, mas sim de gasto de combustível. Isso porque a direção hidráulica do hatch é bastante leve.

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