terça-feira, 3 de maio de 2016

Governador Jatene Desmente Grupo de Comunicação de Jader Barbalho

Amigas e amigos,
Quero, antes de tudo, pedir desculpas por ter que usar esse espaço para, mais uma vez, desmentir o império de comunicação pertencente ao grupo político inconformado com a derrota nas últimas eleições. Esperando que entendam, agradeço a compreensão, pois esse é o meio que disponho para repor a verdade. Aliás, jamais entendi como é possível, de forma honesta e legítima, apenas com a remuneração de um cargo público, adquirir rádios, TV e jornal.

Minhas amigas e amigos,
À semelhança do que fez com a famosa foto de um hospital de Honduras, publicada como sendo da nossa Santa Casa, o grupo acima referido, recentemente, vem querendo desvirtuar a ação de penhora do faturamento da empresa Cerpasa, que a Procuradoria Geral do Estado está executando, tentando transformar a medida, que é reconhecida pelo Ministério Público Estadual e segue determinação judicial, em um "acordo", além do mais, espúrio.

Procurando aparentar uma coisa séria e defensor da moralidade e dos interesses do Estado, o conhecido grupo busca confundir a população e assim desviar a atenção sobre a forma vergonhosa e oportunista, como usou, abusou, abandonou o governo federal e votou sobre o impeachment, criando factoides no seu melhor estilo, para esconder a pirotecnia das desastradas declarações nas quais se referenciam em "ratos" e "caititus".

Desse modo, considerando que em postagem no dia 20 de março, explicamos que a penhora de receitas da empresa não se confunde com acordo, e tampouco desautoriza qualquer ação por parte do Estado contra a empresa, quero nessa manifestação destacar:
Primeiramente, minha confiança na reconhecida competência e compromisso da Procuradoria Geral, que por várias vezes já fez a defesa e obteve importantes vitórias para o Estado.

Na mesma direção, quero afirmar que todo o procedimento realizado foi conduzido com absoluta autonomia da PGE, seguindo os ritos e determinações legais, sem qualquer interferência do Governador. E desafio quem aponte em contrário. Aliás, ainda que desnecessário, registre-se que essa tem sido nossa prática, que só não é compreendida por quem se acha no direito de utilizar a administração pública segundo seus interesses e conveniências como, bem lembram os mais velhos, foi feito no passado.

Amigas e amigos,
Já por algumas vezes tenho sido instado por pessoas amigas, e até estranhas, questionando por que aturo tanta vilania, mentira e desrespeito, por parte desse grupo político, que insiste em denegrir minha imagem, como tentou e tenta fazer com todos aqueles que não se acovardam diante de sua insaciável sede de poder e dinheiro.

Do mesmo modo, também não são poucas as manifestações que recebo sugerindo que não ligue para o que dizem, lembrando que a reconhecida e crescente falta de credibilidade das suas rádios, TV, jornal, reflete a imagem de seus donos, que se aqui no Estado ainda conseguem manipular e enganar alguns, nacionalmente, só nos têm envergonhado.

Reconhecendo e agradecendo ambas as preocupações, que são verdadeiras e razoáveis, devo dizer que, por saber o que fiz e faço, jamais me preocupei em gastar tempo e energia me defendendo desse tipo de coisa, acreditando que, mais cedo ou tarde, o mal por si se destrói. Porém, lamentavelmente, devo reconhecer que, apesar de acreditar nessa máxima, face a obsessão pelo poder que ocupa o coração e alma de alguns na política, o descaso pode levar a dissabores evitáveis se as mentiras forem desmascaradas no início.

Por isso, acredito que é chegada a hora de não mais se aceitar a mentira, calúnia e difamação, como atitudes "normais" da luta política/eleitoral. Não!

É necessário ir mais a fundo e identificar e denunciar a quem serve e a que serve esse tipo de prática, típica daqueles que, mesmo que no seu íntimo não suportem o peso do passado, não têm coragem de mudar e, sem honra e respeito, tentam manchar a honra alheia, e fazer crer que todo mundo lhe é igual, para buscar esconder e justificar sua história, mal feitos e frustrações.

É hora de pensarmos sobre todas as consequências do fato de um político, apenas pelo exercício do cargo, montar um império de comunicação para manipular a opinião pública, nas eleições e fora delas, ampliando seu poder, e se transformando em ameaça e elemento de intimidação a qualquer cidadão que contrarie seus interesses.

É preciso ter presente que se o dinheiro que financiou tal império foi retirado dos cofres públicos, ou seja, da população, tão grave quanto ter prejudicado o atendimento de serviços à sociedade para construir um patrimônio privado, é esse patrimônio continuar sendo usado para enganar a própria sociedade da qual foi subtraído, reproduzindo a fraude original e uma estrutura de poder corrompida e sem escrúpulos que contamina gerações.

É preciso ver que, na política, a perenização de um comportamento criminoso desestimula as pessoas de bem a lutarem por uma nova ordem, tornando a política cada vez mais insignificante aos olhos dos que visam o bem público, e a transformando em domínio privado, daqueles que estão sempre dispostos a tirar proveito e vender favores, crentes de que pelos seus meios, e através da mentira, sempre poderão enganar a opinião pública e obter o voto.

Amigas e amigos,
É por tudo isso que estou recorrendo à justiça e tenho certeza que ela não faltará.
Lamento que a cegueira do poder não permita que alguns realizem o provérbio que aponta o tempo como senhor da razão, da mesma forma que renega a sabedoria que só chega com o tempo. O passar dos anos reduz nossa possibilidade de fazermos as coisas boas, na mesma velocidade que diminui as chances de nos redimirmos, mudarmos nossas vidas. É pena que alguns não tenham coragem para isso.

Nenhum comentário:

Postar um comentário