terça-feira, 21 de junho de 2016

Governador Jatene detalha viagem a Brasília - DF

Amigas e amigos,
Em tempos de crise, diz o bom senso que não se deve desperdiçar energia, guardando forças para lutar e evitar momentos mais dramáticos. E essa lição tem ditado nosso comportamento. Na recente ida a Brasília, a nossa pauta principal foi sugerir parcerias que contribuam para o equilíbrio das finanças estaduais e dos municípios, além de tentar destravar obras importantes para nós, como o BRT- Metropolitano.
À espera apenas de uma delegação da União para que seja licitado, esse projeto beneficiará milhares de pessoas que precisam entrar e sair em Belém, já foi aprovado tecnicamente pelos órgãos federais, e não depende de recursos da União. Logo, não tem motivo para não ser liberado, a menos que a ação política de adversários que vivem permanentemente em eleições impeça de descobrir, como diz a canção em homenagem a John Lennon, que "nem a força bruta pode um sonho apagar"

Na mesma linha, sabedor das dificuldades do Governo Federal, sugerimos atenção especial para as rodovias BR-155 e BR-158, considerando a sua importância para economia paraense, pois o estado precário em que se encontram acaba diminuindo inclusive os reflexos positivos do asfaltamento da PA-150, feito com grande sacrifício pelo nosso governo, com o objetivo de melhorar a ligação entre o Sul do Pará e o Porto de Barcarena e a Região Metropolitana de Belém.

Também sem estardalhaço, ou proselitismo, de forma comprometida e respeitosa, continuamos a luta pela compensação da desoneração das exportações, e por um sistema previdenciário sustentável, mesmo sabendo que esse último desafio exigirá sacrifícios e poderá trazer ônus político. Mas o dever e a responsabilidade impõem fazer o que precisa ser feito.

Entretanto, amigas e amigos, não posso deixar de registrar que, enquanto tenho me dedicado a essas questões do Estado, amigos e conhecidos me alertam sobre a forma mentirosa, virulenta e, sobretudo, sem nenhum escrúpulo com que sou agredido, inclusive em veículos que são concessões públicas, pelo conhecido grupo político e de comunicação, cujo fundador e principal proprietário tem, quase diariamente, sido brindado com amplo destaque nos jornais nacionais, por comportamento e "habilidades" que o notabilizaram no passado não distante, embora talvez esquecido ou desconhecido pelas gerações atuais.

Amigas e Amigos,
Custo a crer que a descabida e infundada insistência em tentar denegrir a mim e meus familiares decorra apenas de doentio ódio fruto da derrota eleitoral. Não! Considerando o destempero de falas, discursos e matérias fabricadas que, de tão desconexas com a realidade, chegam ao ridículo, acredito que algo mais deve afligir tal alma.

Talvez a tentativa de desviar a atenção dos paraenses para as desconcertantes e frequente citações e inclusão na lava-jato e outras operações policiais. Talvez a dificuldade de explicar e responder a velha pergunta de como é possível montar um império econômico e de comunicação, para se perpetuar e manter familiares na política, sem ter outra renda que não decorrente de atividade pública. 

Talvez a percepção da efemeridade do poder e liderança que, quando exercidos apenas pelo medo e não pelo respeito, ao deixarem de existir não deixam sequer amizades. Talvez...

Aliás, em recente delação na lava-jato, sua desmedida "insistência" e reação grotesca quando contrariado, foi até ressaltada, e talvez explique o "mistério" do ministério para o rebento que ainda não mostrou seus pendores para gestão publica. Aliás, além de fanfarronice e dubiedade quanto ao impeachment presidencial, pouco disse e nada fez.
Amigas e amigos,

Francamente, não sei avaliar os efeitos que tantas mentiras, acusações levianas e desavergonhadas possam ter sobre a minha imagem pessoal, ou mesmo do governo e até do próprio Estado. Sei apenas que ando na rua, respeito e sou respeitado pelas pessoas. Sei apenas que faço o que posso para contribuir para um Estado e um País melhor. 

Não tenho ódio. Deus tem sido tão generoso comigo que as adversidades sempre me ensinam. Sei apenas que amo minha terra e minha gente, e façam o que fizerem, tentem o que tentarem, isso não vai mudar. Acredito no ser humano, mesmo com suas fragilidades. Acredito na humanidade. Acredito em Deus.
Simão Jatene

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