quarta-feira, 13 de julho de 2016

Construção civil perdeu 26 mil vagas em 12 meses no Pará

O setor da construção civil no Pará já perdeu 6.536 postos de trabalhos nos primeiros cinco meses do ano. O saldo negativo chega a menos 26 mil vagas quando os dados refletem os últimos 12 meses. A pesquisa, baseada em dados do Ministério do Trabalho, foi divulgada na manhã desta quarta-feira (13) pelo Dieese-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).  Segundo os números do Dieese-Pa, de janeiro a maio deste ano, o setor da construção civil teve um decréscimo de 6,56% na geração de empregos formais. 

Foram realizadas no Estado 21.215 admissões, contra 27.751 desligamentos, gerando um saldo negativo de 6.536 postos de trabalhos. No mesmo período do ano passado, o setor também teve saldo negativo com a perda de 5.271 vagas.

Em toda região Norte, o Pará lidera o número desempregados, seguido de Rondônia com a perda de 3.195 postos de trabalhos; Amazonas com a perda de 1.199 postos de trabalhos; Acre com a perda de 283 postos de trabalhos e do Amapá com a perda de 206 postos de trabalhos. 

O destaque positivo ficou por conta do Tocantins, com a geração de 1.004 postos de trabalhos. Nos cinco primeiros meses, o setor teve saldo negativo de 10.312 postos de trabalhos e decréscimo de 5,50%. 

Nos últimos 12 meses no Pará, o setor amargou perdas ainda maiores no setor da construção civil, com queda de 21,95%. Foram realizadas 64.132 admissões, contra 90.305 desligamentos, gerando um saldo negativo de 26.173 postos de trabalhos.

 O Pará mais uma vez liderou o maior número de perdas entre os demais estados do Norte, seguido de Rondônia com a perda de 11.170 postos de trabalhos; Amazonas com a perda de 2.664 postos de trabalhos; Tocantins com a perda de 1.346 postos de trabalhos; Acre com a perda de 1.264 postos de trabalhos; Amapá com a perda de 419 postos de trabalhos e de Roraima com a perda de 345 postos de trabalhos. Também nos últimos 12 meses, o Norte apresentou saldo negativo de 43.381 postos de trabalhos e decréscimo de 19,66%.
(ORM News)

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