sábado, 7 de janeiro de 2017

Presídios do Norte entram em estado de alerta

Após matanças em Manaus e Roraima, presídios do Norte entraram em alerta máximo para evitar que a onda de violência se espalhe. A Secretaria de Cidadania e Justiça de Tocantins diz não poder informar se recebeu informes dos estados vizinhos, por se tratar de dado “confidencial”, mas reforçou a segurança nos maiores estabelecimentos com servidores e está fazendo revistas contínuas nos 41 presídios tocantinenses. No Pará, o superintendente do Sistema Prisional, André Cunha, afirmou que elevou o “nível de alerta” a partir dos massacres ocorridos nesta semana. 

 Depois da morte de 60 pessoas em Manaus, no início desta semana, pelo menos 33 foram decapitados e esquartejados na maior penitenciária de Roraima, na madrugada ontem sexta-feira (6).  Cunha explicou que ações de segurança reforçada com o apoio da Polícia Militar vem sendo tomadas nos últimos dias:

-- Estamos atentos e reforçamos nossa segurança preventiva, além de acompanhar o sistema com as áreas de inteligência sempre conversando entre si. Apesar de tudo, estamos conseguindo manter a rotina, hoje houve visitas em algumas unidades -- disse Cunha.

Os estados do Norte passam por uma onda de rebeliões e morte em presídios desde o ano passado. Segundo os gestores da área, os distúrbios se agravaram após uma briga entre duas facções que teriam rompido a aliança: PCC e Comando Vermelho. Os grupos começaram uma disputa por espaço no controle de tráfico, drogas e mais integrantes, com repercussão dentro das cadeias.

Em Roraima, por exemplo, a morte de 11 detentos em outubro do ano passado foi atribuída pelas autoridades estaduais a um desentendimento entre as duas facções. Uma delas havia ordenado a morte de quem se “batizasse” na outra, dando início à matança. Por isso, o presídio foi destinado apenas aos membros do PCC.

A chacina desta sexta-feira ocorreu no mesmo presídio mas, desta vez, foi creditada pelo governo local a uma briga isolada. Segundo o secretário de Justiça de Roraima, Uziel Castro, só havia detentos do PCC na penitenciária, de onde foram retirados integrantes de outras facções. Ele negou que o episódio tenha sido uma retaliação do PCC às mortes atribuídas pela facção Família do Norte, em Manaus.

Após matanças em Manaus e Roraima, presídios do Norte entraram em alerta máximo para evitar que a onda de violência se espalhe. A Secretaria de Cidadania e Justiça de Tocantins diz não poder informar se recebeu informes dos estados vizinhos, por se tratar de dado “confidencial”, mas reforçou a segurança nos maiores estabelecimentos com servidores e está fazendo revistas contínuas nos 41 presídios tocantinenses. No Pará, o superintendente do Sistema Prisional, André Cunha, afirmou que elevou o “nível de alerta” a partir dos massacres ocorridos nesta semana. Depois da morte de 60 pessoas em Manaus, no início desta semana, pelo menos 33 foram decapitados e esquartejados na maior penitenciária de Roraima, na madrugada desta sexta-feira (6). 

Cunha explicou que ações de segurança reforçada com o apoio da Polícia Militar vem sendo tomadas nos últimos dias:
-- Estamos atentos e reforçamos nossa segurança preventiva, além de acompanhar o sistema com as áreas de inteligência sempre conversando entre si. Apesar de tudo, estamos conseguindo manter a rotina, hoje houve visitas em algumas unidades -- disse Cunha.

Os estados do Norte passam por uma onda de rebeliões e morte em presídios desde o ano passado. Segundo os gestores da área, os distúrbios se agravaram após uma briga entre duas facções que teriam rompido a aliança: PCC e Comando Vermelho. Os grupos começaram uma disputa por espaço no controle de tráfico, drogas e mais integrantes, com repercussão dentro das cadeias.

Em Roraima, por exemplo, a morte de 11 detentos em outubro do ano passado foi atribuída pelas autoridades estaduais a um desentendimento entre as duas facções. Uma delas havia ordenado a morte de quem se “batizasse” na outra, dando início à matança. Por isso, o presídio foi destinado apenas aos membros do PCC.

A chacina de ontem  sexta-feira ocorreu no mesmo presídio mas, desta vez, foi creditada pelo governo local a uma briga isolada. Segundo o secretário de Justiça de Roraima, Uziel Castro, só havia detentos do PCC na penitenciária, de onde foram retirados integrantes de outras facções. Ele negou que o episódio tenha sido uma retaliação do PCC às mortes atribuídas pela facção Família do Norte, em Manaus. (Jornal Extra)

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