quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Pará gera 3,5 mil empregos, segundo pesquisa

O emprego formal no Pará voltou a fechar o mês de julho com saldo positivo. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado, pelo Ministério do Trabalho, houve acréscimo de 3.509 postos de trabalho, com aumento de 0,50% em relação ao saldo de junho. No geral, foram 22.135 admissões contra 18.626 desligamentos. O resultado positivo mantém o ritmo de reação do mercado de trabalho do Estado, iniciado no último mês de abril, quando foram gerados 2.773 novos postos de trabalho. 

Em maio, o Estado registrou um novo acréscimo de mais 2.009 postos de trabalho; e, em junho, o saldo foi de 824 novas vagas.  Com mais esse resultado de julho, o mercado de trabalho formal do Pará alcança 6.313 novas empregos ao longo dos primeiros sete meses do ano. Já em relação aos últimos 12 meses (entre julho de 2017 e julho de 2018), esse saldo é de mais 5.951 novos postos.

O saldo anotado em julho passado também é o melhor para o mês desde 2014, quando o Estado registrou 6.287 novos empregos celetistas. No mesmo período do ano passado, foram gerados 1.862 trabalhos formais no Pará.

Setores
O resultado positivo de julho no Estado foi puxado, novamente, pelo aumento dos empregos no setor da Construção Civil, que registrou alta de 2.533 vagas formais, o que equivale ao aumento de 3,83% em relação ao estoque do último mês de junho. Com geração de emprego mais tímida, a Indústria de Transformação surge em segundo, com 511 novos postos de trabalho em julho. 

Também contribuíram para o resultado positivos os setores da Agropecuária (473), Extrativa Mineral (179), dos Serviços Industriais de Utilidade Pública - Siup (158) e de Serviços (23). As perdas de vagas formais, por sua vez, foram verificadas nas atividades econômicas do Comércio (-367) e da Administração Pública (7).

O saldo de empregos de julho foi positivo em quatro das cinco regiões do País, com destaque para o Sudeste, com abertura de 24.023 postos (+0,12%). Os demais crescimentos foram verificados no Centro-Oeste, com 9.911 postos (+0,31%); Nordeste, com 7.163 vagas (+0,12%); e Norte, com 6.635 postos (+0,39%). A única redução ocorreu na Região Sul, com fechamento de 413 vagas (-0,01%).

Dentre as 27 Unidades Federativas, 16 tiveram saldo positivo em junho. Os estados de São Paulo, com saldo de 15.333 postos (+0,13%), e de Minas Gerais, que fechou o mês com 10.332 novas vagas (+0,26%), foram os destaques. Entre os maiores saldos, aparecem ainda Mato Grosso, com saldo de 5.186 postos (+0,76%); Goiás, que registrou 4.118 novas vagas (+0,34%); Pará; Paraná, que teve mais 2.485 empregos formais (+0,10%); e Maranhão, onde foram abertos 1.853 postos (+0,40%).

Municípios
Na análise dos municípios paraenses, Altamira despontou como o que mais aumentou o estoque de empregos formais do Pará em julho, com geração de 629 postos de trabalho - 1.008contratações e 459 desligamentos. Barcarena, surge em segundo com 402 vagas novas, decorrente de 921 admissões e 519 demissões. Nas posições seguintes aparecem Santarém, Redenção, Castanhal, Tomé-Açú e Marabá, com mais 315, 301, 181, 157 e 118  empregos celetistas, respectivamente. 

Já São Miguel do Guamá figura no fim da lista de empregos do Pará, com saldo negativo de 72 postos de trabalho. O município teve 42 trabalhadores contratados no mês passado contra 114 demitidos. Completam as últimas posições: Itaituba (-58) e Parauapebas (-55). Belém aparece logo em seguida com redução de 49 postos. A capital paraense anotou 5.675 contratados e 5.724 demitidos em julho. (O Liberal)

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