Coluna 1

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Tecnologia de ponta garante segurança nas operações da Hydro no Pará

Alto investimento em tecnologia reforça o compromisso com a segurança de depósitos e barragens. A Hydro investiu mais de R$ 1 bilhão para implementar uma das tecnologias mais modernas do mundo no tratamento e armazenamento de resíduos na Alunorte, em Barcarena. A refinaria utiliza um método pioneiro no país: os filtros prensa que geram um resíduo com 78% de teor de sólidos, o que permite o empilhamento a seco por meio de compactação, aumentando a segurança do depósito. A empresa foi a primeira a usar essa tecnologia para filtração de resíduos no Brasil em larga escala.
Com a combinação dessas duas tecnologias (filtros prensa e compactação), o espaço necessário para armazenar os resíduos é quatro vezes menor, quando comparado à tecnologia anterior de filtro tambor. Esse procedimento reduz significativamente a umidade do resíduo de bauxita.

De acordo com a legislação brasileira, os depósitos de resíduos sólidos da Alunorte (DRS1 e DRS2) não são classificados como barragens. A refinaria investe também na gestão de efluentes e monitora os depósitos utilizando instrumentos geotécnicos para avaliar a segurança e a estabilidade operacional.

“Temos reforçado nosso compromisso com a estabilidade operacional da planta, com a busca de melhores práticas ambientais e sociais por meio de contínuo investimento em tecnologia, inovação e projetos que proporcionem desenvolvimento sustentável para nossa região”, analisa Carlos Neves, diretor de operações.

O mesmo cuidado e compromisso com a integridade das pessoas e com a preservação do meio ambiente está presente na Mineração Paragominas, onde é extraída a bauxita, matéria-prima para a produção do alumínio. A mina está localizada a aproximadamente 70 km do município de Paragominas, no nordeste do Pará.

No local, a bauxita passa por um processo de britagem, moagem e classificação, sem adição ou uso de produtos químicos. Após essa etapa, a bauxita é enviada para a Alunorte, em Barcarena, por meio de um mineroduto, o primeiro do mundo a transportar esse tipo de minério.

O que sobra ao longo dessa operação é considerado rejeito e disposto em dois sistemas de barragens: do Vale e do Reservatório do Platô, ambos localizados na região que circunda a mina. O primeiro utiliza predominantemente uma combinação de métodos de alteamento à jusante e linha de centro. Já o sistema do Platô nunca fez alteamento.

O procedimento operacional na mina permite que os rejeitos sejam adensados e secos em curtos períodos de tempo, removendo grande parte da água. Os rejeitos gerados na etapa de beneficiamento são espessados e passam por um processo de secagem solar dentro dos reservatórios – esses dois estágios combinados (drenagem e evaporação) permitem que os resíduos da empresa atinjam pelo menos 60% de sólidos nas barragens, aumentando a segurança das estruturas.

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