Coluna 1

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Pará chega a 13 agentes de segurança pública mortos apenas em 2019

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) confirmou esta sexta (5) que já são 13 os agentes públicos de segurança mortos no Pará em 2019, vítimas de crimes com característica de latrocínio ou execução. A confirmação foi feita logo após o assassinato do cabo da PM  da reserva Silvio Nazareno Farias Pinto, de 54 anos, baleado às 11h na rua Fernando Guilhon com a General Gurjão, no bairro do Jurunas, em Belém. O crime tem sinais de execução. Segundo a Segup, de 1º de janeiro a 5 de abril de 2019, um total de 12 policiais militares foram mortos, vítimas de crimes com característica de latrocínio ou execução no Pará. A Segup, porém, segue ressaltando desde coletiva realizada ontem, em Marabá, no sudeste do Estado, quando foram apresentados os números do novo balanço da segurança pública do Estado, que nenhum dos agentes públicos de segurança mortos no Pará em 2019 estava em serviço.
Somados à morte de um guarda municipal de Belém, morto dentro de casa no início do mês, em Ananideua, os casos já totalizam 13 agentes da segurança pública em todo o Estado. A Polícia Civil não teve baixas. 

APURAÇÃO
As investigações para apurar as mortes estão sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios de Agentes Públicos, da Polícia Civil. Dos 13 casos registrados, dez tiveram autores presos, mortos ou identificados, com mandados de prisão decretados. Os outros três ainda estão em apuração e precisam ser esclarecidos pelas investigações.

DOIS MORTOS

Segundo o levantamento feito no início do ano pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), ao todo 54 agentes da segurança pública morreram de maneira violenta no Estado do Pará em todo o ano de 2018.
De janeiro a 31 de dezembro de 2018, um total de 44 policiais militares foram vítimas de crimes com características de latrocínio ou execução no Pará. Além dessas vítimas, também foram mortos três investigadores da Polícia Civil, três agentes penitenciários, três guardas municipais e um soldado da Marinha do Brasil.

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